Após dois meses consecutivos de valorização, o preço do arroz recuou (queda de 5% no início de junho, cotado a R$ 59,27 a saca), impulsionado pelo fim da colheita e pela cautela das indústrias em formar estoques.
Enquanto parte dos produtores segura as vendas por conta dos altos custos de produção, as exportações ganharam fôlego em maio (141 mil toneladas) e seguem aquecidas no início de junho, impulsionadas pela valorização do dólar. Os leilões de escoamento da Conab (PEP e Pepro) também ajudaram a movimentar o excedente, mas o mercado ainda enfrenta uma pressão de sobreoferta.
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